26 maio 2026

Chama-se cessar fogo

Chama-se cessar fogo
Ao tempo que pára a bala
Ao tempo que o soldado escala
Ao ar depois de um conflito 
Onde tudo pára e parece bonito 

Chama-se cessar fogo 
Ao momento que faz pensar
Ao resto duma guerra no ar
Ao tratado porém não infinito 
Que faz o mundo parar depois de conflito 

Chama-se cessar fogo
Á feroz negociação 
Ao ar de um plantão 
Ao tempo que se faz aflito 
Da guerra do Irão pelo estreito bendito 

Chama-se cessar fogo
Á ideia que se encerra 
Á política erudita 
Que esgota os fundos da guerra de forma aflita 

14 maio 2026

Sobre Drones

Antigamente só usados para gravação 
Agora até sabem matar
São os drones vindos do agora
Que muita gente está a usar

Divertem-se os filmografos
Destroem os das guerras 
Todos usam drones
Uns feitos outros vindos de terras

É mais fácil usar drones que trabalho humano
O mundo já nem é assim conhecido 
São pequenos mas letais 
São novas bombas que causam alarido

Onde vai isto parar 
Que a guerra virou tecnológica 
Deixei de drones usar 
Para a guerra manter a sua lógica 

Ao special One

José Mourinho, o seu nome dá medinho
Quem o conhece vem de mansinho
Ganhar um título pelo caminho 
Pois ele é o special Mourinho 

Special one, já velho
Mas não perde a vontade de ganhar 
Continua a conquistar 
Taças e honra sem parar

Mourinho, o nome de um herói 
Que no futebol se conhece, e dói 
Não seja o Jorge Mendes o estrategista 

Mourinho , na bola sempre a dar
Vamos ver quanto vai durar
As carreiras são longas
Mas esta há-de parar 

08 maio 2026

Hantavírus

Veio num barco o Hantavírus 
Criar confusão 
Onde o mar corre e há suspiros 
Um caso veio para dar noção 

Não se conhece muito bem o caso
Mas já está limitado 
Nos USA onde o vírus se estuda de modo raso 
Está tudo referenciado 

Um vírus que se confunde com a gripe 
Mas avança rapidamente 
E exigir internamento ferozmente 

Como foi um vírus de roedores 
Acabar num navio
Parece que não houve dores 
Mas movimentou algum pavio 

02 maio 2026

Em tempos de guerra

Vive-se em tempos de guerra 
Onde o drone avança e a guerra é tramada
Onde a arma descansa porque o drone lá está 
Onde a vida é lixada

Vive-se em tempos de guerra 
Onde nas notícias não há um não conflito 
Onde tudo foge do olhar aflito 
Onde a vida corre porque se na Europa está
Onde tudo acontece na Terra já

Vive-se em tempos de guerra 
Onde temos o Trump a mediar o problema 
Onde há cesar fogo porque o dinheiro é dilema 
É na guerra que surge o maior telefonema 

Vive-se em tempos de guerra 
Onde há duas pelo preço de uma
Uma na Europa com a Rússia a fazer pluma
Uma no Irão a dar destaque a Ormuz 
Porque o estreito é fechado e não há cruz
Que faça navegar os barcos 

27 abril 2026

A um dia normal

Corre, este dia normal 
Onde tudo passa, naturalmente 
Se algo ou alguém se sente mal
Quebra logo o ambiente 

Corre, este dia normal 
Onde a vida anda sem pensar 
Onde a Terra gira como louca
Para nos testar 

Corre, este dia normal 
Onde alguém se importa com alguém 
O tempo faz alguém sonhar 
Que tudo amanhã vai continuar 
A fazer o mesmo e bem

24 abril 2026

Ao estreito de Ormuz

Tu, Ormuz, com estreito bloqueado
Serves de pleno canal
Nós europeus temos te chamado 
Porque de combustíveis estamos mal

Tu, Ormuz, com estreito bloqueado 
Corrompes a navegação 
Aos Iranianos temos pragas rogado
De tanta interdição 

Tu, Ormuz, de estreito bloqueado 
Temos o que fazer 
De combustíveis está todo o mundo lixado 
Porque além do Irão ter pecado 
Há parvoíce que não se devia fazer