dlÁ 5 anos atrás conheci um amigo que me mostrou que apesar da brincadeira que é normal num rapaz há também muita inteligência. Este amigo apesar de mais novo conseguia destruir uma fraqueza que eu tinha e me dar força noutros aspectos para evoluir e ser quem sou hoje. Neste tempo e com continuação recente fiz-lhe 3 poemas nos quais demonstrava por a+b que tinha orgulho em ser amigo dele. Eis o primeiro, quando ele estava como jogador no porto (cliquem para ver)
https://skydrive.live.com/view.aspx?cid=135E8A2962B564D7&resid=135E8A2962B564D7!373
O Segundo, criado no meio desse tempo e escrito num caderno que ainda tenho com os poemas desde o sétimo ano:
No porto só estrelas jogam
Só estrelas vencem e tem lugar
Gonçalo, és um puto brilhante
Tens um mundo para sonhar
Nele eu entro, sem me veres mas estou lá
Nos teus orgulhos apareço sem me reconheceres
Jogo contigo, mas só concentrado
Me consegues sentir
Dás um passo
Brilhas sem fim
Por um momento fecha os olhos
No teu coração e mente
Está alguém muito contente
Não sei quanto te devo
Nem imagino sequer
És um jogador nato
E um exemplo do melhor
Um dia a um jogo vou
Sonhar e ver-te brilhar
Coisa que não sabes
Mas eu em todo o lado como teu amigo no teu bem não paro de pensar
Quando sei que algo não consigo
Por vezes digo o teu nome e dás-me força
Sinto que mesmo não conseguindo
A força da nossa amizade dá-me alegria
Porque os sonhos não são sonhos
E a realidade é para ser vivida
Dou-te a ti, caro amigo
Um pedaço da minha vida
Na tua idade era como tu
Mas não queria ser o melhor
Já mais velho sou o mesmo
Logo não sei ser maior
(A poesia triunfa
E nela continuo a estar
Não sou mundialmente conhecido
Mas um dia lá irei chegar)
Tu no hóquei fazes o que fazes
Ganhas e és campeão
A nossa equipa junta
No futuro, não sei não,
Olho para ti vejo um jogador
Tu olhas para mim vês um amigo poeta
Dou-te energia que não vês
És meu amigo, isso é coisa certa
Gonçalo, a força, o coração, a sabedoria que não pode parar
Flávio, a imaginação, o coração, a amizade a triunfar
Juntos o ar dominamos
Separados chora o mar
Não sei que mais dizer
Que poderei mais contar
Meu maninho podias ser
Talvez agora já não mas ia adorar
Terceiro, e mais recente poema:
Em tempos outrora um pouco distantes
Conheci de fora um amigo
Serviu para que o sentisse por dentro (no sentido sentimental)
Como pouco amigo o faz
Passaram 5 anos de diversão
Plena e por vezes misteriosa confiança
Deixei-me este ano conhecer
O mundo dele com ele em liderança
Na inteligência de um grande mundo
Está alguém muito sozinho
Se não fossemos nós, amigos, que em tom profundo
O vamos visitar sem que se saiba
Qualquer perna partida (ou não) vale a pena
Temos a confiança de um grande amigo
Temos quem nos dê a mão mesmo com um conforto
De um convite no outro dia repetido
Ninguém está sozinho quando tem amigos
Ninguém se sente mal quando tem coração
Aprendi que estar sozinho é agora uma desculpa
Para estar longe da diversão
Gonçalo, perder-te como amigo
É para mim como se me tirassem uma perna pra fora
És para mim como irmão
De orgulho e muito conhecimento sem memória
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