Eu sou o único colaborador e colunista Português de um portal intitulado Nova Escrita brasileiro de divulgação cultural dos dois paises, isto a meu pedido.
O inicio oficial do portal será dia 1 de Janeiro de 2011 e depois divulgarei aqui a link do mesmo.
Penso ter a colaboração divulgativa e apoiativa de várias revistas digitais e algumas editoras de portugal.
Lanço aqui já uma parte desse pedido mas ainda está tudo em aberto pois o melhor está para vir.
Menbros da sociedade criadora e organizadora do Portal:
-Flávio Pereira, colunista e representante de Portugal
- Rafael Clodomiro: Poeta, escritor, cantor, colunista e administrador brasileiro
- Luha: alcunha da Beatriz Soares, webmaster do portal e criadora do video que o apresentará
- Ricardo falco, thiago neves, marvin brito: colunistas brasileiros de literatura e filmes
-Lilian: responsável pelo fórum do NE
Etc....
Pequenos e médios escritores, não se escondam, tenham coragem de se apresentarem, depois pode ser que uma entrevista a todos seja feita ou apenas aos mais interessantes mas logo veremos.
Sociedade Nova Escrita
30 outubro 2010
20 outubro 2010
Á procura de quem me ama: Poema- reflexão
Já não sei quem procurar
Esgoto facilmente a esperança
De me tentar recordar de alguém
Que me dê alegria e mais confiança
Não penso em mais ninguém
Que consiga sentir o meu coração
Por mais que espere há sempre alguém
Que quando eu gosto me dá desilusão
Já tentei por mares e por terras onde não conhecia
Deusas ou sereias que me dessem a mão
O facto é que estou sempre sozinho
Apenas com amigos que me ouvirão
Estou triste de me sentir sozinho
Num mar profundamente desesperado
Sem água com rochedo e da vida o fado
Que permite tal injustiça
Não procuro mais! Cansei
Deixo que o amor me procure se quiser
Visto que se eu tento gostar de uma mulher
Ela me escapa de coração lançado
Esgoto facilmente a esperança
De me tentar recordar de alguém
Que me dê alegria e mais confiança
Não penso em mais ninguém
Que consiga sentir o meu coração
Por mais que espere há sempre alguém
Que quando eu gosto me dá desilusão
Já tentei por mares e por terras onde não conhecia
Deusas ou sereias que me dessem a mão
O facto é que estou sempre sozinho
Apenas com amigos que me ouvirão
Estou triste de me sentir sozinho
Num mar profundamente desesperado
Sem água com rochedo e da vida o fado
Que permite tal injustiça
Não procuro mais! Cansei
Deixo que o amor me procure se quiser
Visto que se eu tento gostar de uma mulher
Ela me escapa de coração lançado
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