22 janeiro 2024

Um hype ao Gaming

 Jogadores, venham comigo

Cantemos o hype que o gaming vos dá

Lutemos como quem não há

Para que os jogos sejam reconhecidos


Já há projetos de gaming lá fora

Ouçam o projeto da Ablegamers e Special Effect

Que dá aos incapacitados novo frete

Para recuperar das suas mazelas jogando


Eles sabem o que em tempos outros foram

Gamers, jogadores do novo mundo

Que pegam em jogos por um segundo

E fazem vida neste momento


Eles que bebem para jogar são fortes

Nós que vivemos para triunfar nos nortes

Somos o que a vida nos proporciona

Fazemos dos jogos a nossa Madonna


Há de todo o tipo de jogadores

Aqueles que bebem por cada Bala plantada

Outros são que preferem a estratégia dominada

Para o mundo conquistar

Há que escolher bem o jogo e adaptar


Jogadores, unai-vos 

Enchai cada Survival de Glória

Fazei do Sumoners Rift nova história

Ide ao Mirage batalhar

Para depois a Roma antiga saber jogar

E depressa ou devagar cada jogo terminar




21 janeiro 2024

Ferozes São os gamers

 Ferozes são os gamers deste mundo afora 

Sabem o que fazem sem pensar no momento

Vivem pra jogar cada instrumento

Que os faz viver o momento agora


Ferozes são os gamers deste século em punho

que sabem cocriar com suas armas o mundo

Vivem para jogar em cada segundo

Que doutra vida os faz viver desde o submundo


Ferozes são os gamers que cavalgam 

Por jogos como quem comanda a vida

Tenebrosos por ter cada subida

Como se a cada rank pertencesse a alma ferida 


Vivam os gamers e que a alma seja guarnecida  

O que se pode é deixar rolar

 O que se pode é deixar rolar

no meio de alguma tentação 

Saber do mundo conspirar

e suster a respiração


O que se pode no mundo é viver

e ser do mundo o mais divertido

Saber o que fazer

e o mundo reconhece o andar vivido 


Só no mundo se pode encontrar

Tal paz , tal esperança

Que do mundo se faz olhar

Viver na perseverança


E enquanto o mundo rola

Deixa-se perder um pouco a tola 

14 janeiro 2024

O rugido de um streamer

 O Roar de um streamer é puro

Forte em capacidade, vigoroso

Sente-se porém seguro

Da força que dá no seu troço


O rugido de um streamer dá medo

Sente a vida num minuto

Quando passa deixa ser

A vida em estado de alvoroço 


O streamer pode até rugir

Mas de nada lhe resta assim estar

Quando for a sair

Deixa-se levar


O streamer pode reclamar

A terra e o mar irado

Quando transmite o seu lado

Deixa-se de pensar

E vive o fado


A vida de um relaxado

 A vida de um relaxado existe

Porque há sempre alguém

Que por não fazer nada perde

Para que outros façam também 


A vida de um relaxado bate

Para que outros a possam viver

Descontraído não se faz nada

Outros há que a podem ter


A vida faz-se vivendo

Faz-se saboreando sabores

Vivo mais do que vou sendo

Para desfrutar dos pequenos amores


E se alguém questionar

São poucos os que se podem louvar



Hoje se faz um Janeiro frio

 Hoje se faz um Janeiro frio

Onde o ano começa e a vontade continua

Não parece haver pavio

Para o calor que no futuro se acentua


Hoje se faz um Janeiro frio

Cheio de solidão

Onde a mesa que enche serve de incentivo

A qualquer humilde manifestação


Hoje se faz um Janeiro frio

Onde não pode haver calor que aguente

Pede-se em Portugal governo melhor tardio

Onde em Março se faça voz ardente


Hoje se faz Janeiro frio

Para entrar nos records

Onde não existem acordes

De um ano a começar igual a si

Não vivo por ser contado

 Não vivo para ser contado

E para viver á descoberta

Existo, meu ser enquadrado

Numa morada aberta


Não vivo para agradar ao mundo

Mas para o descobrir

No meu sono profundo

Tento na maldade não seguir


Na Terra que existe céu

No ser que vive por dentro

Há quem faça véu

Do que se é no momento


E ao alargar a vida

Descobre-se o que de fora existe

E tenta-se ser o que persiste 

Ao ser que sou

 Para mim o ser que sou é fera

De valer o ser que fui prolifera 

Á que ser quem sou agora

Enquanto há frio que se estende lá fora


O ser que sou já vive 

Sabe ser quem é no alto

Para sobreviver, convive

Com quem está no planalto


O ser que sou tem nome

E decifra-o no mundo

Onde a terra treme rugindo

Onde o cego se faz moribundo


O que é ser quem somos 

Se a terra treme de tanta guerra

Se o vento geme de tanta serra alcançada

Por algo que vem dentro do nada