19 fevereiro 2011
Tiago Alexandre Silva
E como ele tem neste momento mais fabulosos poemas e como no poema que lhe fiz não coloquei a link referente ao blog dele deixo-a aqui:
http://poemas360.blogspot.co
16 fevereiro 2011
Ode á trovoada
Eish, trovão porque apareceste neste mundo?
Mostrando a raiva de nuvens que não a tem,
Os céus não conseguem conter a tua força
Tens que vir estragar o que está já feito, não?
Tenho medo daqueles pobres e humildes
Inocentes que contigo apanham sem querer
A força da natureza é totalmente imprevisível
Deixando os ricos muito por onde se perder
Penso na trovoada penso na fome que terão
Aqueles de quem a rua dependem pois
Estão ao frio revoltados contra o mundo e não
Se conseguem salvar de forma fácil e aceitável
Oh Chuva, já chega que Portugal seja inundado
Que tenha medo do homem roubado e atacado
Que a água fuja de nós por sermos cruéis para ti
Que alguns tenham medo de água e não vivem s/ti
Chega, ouviste! Trovoada é o choque de nuvens inocente
Que deixa que na Terra caia seu rasto impotente
O homem não tem poder de parar com tal tortura feita
A tecnologia apesar de avançada em tudo não é perfeita
(não é bem uma ode apesar de eu ter tentado mas está um belo poema)
Imagem google
13 fevereiro 2011
Pequena continuação do poema equacionado do tiago Silva
X=2, poema igual ao amor
Cada elemento se junta com o seu semelhante romântico
É na união dos seres que se faz a criação
Na razão tão simples e equivalente
Que deixa o ser contente
Por estar em comunhão
Poema á luz das velas vivas
Sábias e tocadas
Que sente-se tão bem nelas
O coração de almas separadas
(Poema começado por Tiago Alexandre no blogue Poemas360
link: http://poemas360.blogspot.com/2011/02/poema-equacionado.html
12 fevereiro 2011
Quem Governará Portugal
E com o maior valor à portuguesa
Uma moção de censura será lançada
Para terminar com o poder de agora. Que faremos? (observem o poema)
Ao fundo de cada escada um pedinte
Ao fundo da fronteira um país
Á mercê da dívida pública acumulada
Pois o "engenheiro Sócrates" assim quis: Não fazer nada!
Peçamos à China que nos pague
Já agora que venha o FMI
Derrocada atrás de derrocada
E que finalmente se lance a moção de censura já aqui!
Portugal, que rico fosteis noutros tempos
E não há um século sem uma queda
A Républica agora se ferra
Por cá ter quem temos aqui
Mas o sr Silva tem o poder
Que se derreta sua escritura
Homem de tal "cornedura"
Desapareça, não precisamos de si!
Mas quem virá a este povo contente
Dar o palco de outras eras
Homens históricos que deveras
Ter-se-ão aumentado a si
Vejamos agora o tempo do Pessoa
Não há obra mais que aqui pegue
Uma feita, como antes, de leve
Não engrandecerá nada por aqui
Vejamos, mais atrás, o tempo de Camões
Homem valorizador do descobrimento
De oriente a ocidente, lamento
Nada resolverá aqui
V Império?
A cultura regressa ao mistério
Que o homem paupério
Quererá deixar voar aqui
O que conta agora é a governação
Seja leve ou leve travão
Apenas a crença e a procura da verdade
Poderão Salvar a Nação
A Mari Ane, uma jovem de sentimento
Um sentimento por palavra
Um carinho por leitura
Magias do que te faz feliz
Para mostrar tua ternura
Um olhar lançado sobre o mundo
Com o intuito de o ser
Tristezas que passam por ti
Apenas com o vento a te conhecer
Um choro, uma lágrima derramada
De quem a vida ganha sentindo o nada
Mundo visto como se de uma esplanada
Jamais para o futuro desligada
Mariane, tu que sentes como um anjo
Os pecados de quem não o é
Que detonas o mau sentimento e mau estar
De quem vem ao teu pé
Tentas purificar até a escrita do mundo
Tornando seu sentimento no teu
És a força de sentir
Que o nosso olhar não deixará nunca só
Flávio Pereira
05 fevereiro 2011
Noticia de interesse
Pela primeira vez desde a concepção deste blog os meus trabalhos são expandidos com os direitos de autor para outros blogs no intuito de me divulgar.
O prazer é dado á minha amiga Vânia Posidónio que partindo dos mais recentes textos divulgados os mesmos são lançados para um blog dela:
http://meupomarversandoemversos.blogspot.com/
este “meu pomar de versos” reune fabulosas obras de autores conhecidos ou de autores que a própria conheçe.
Este blog é o seu mais recente criado e devo dizer que começa muito bem
http://trovoadapoetica.blogspot.com/
Depois é aqui reconhecido o gosto pela poesia da também minha amiga Céu Rosário que sentiu o poder dos meus escritos e lançou-me logo um pedido de divulgação paralela dos nossos blogues.
O seu blog é denominado O TOQUE DE MIDAS isto talvez porque sendo a poesia uma arte o poeta é o dono de um toque mágico de ouro que, segundo a mitologia do termo transforma o mais comum no mais belo e precioso que o mundo tem. Eis o seu blog:http://rosarinho12.blogspot.com
Desde já agradeço, senhoras, coisa que ainda não tinha feito muito bem e que ainda não tinha expressado com o devido valor.
Atenciosamente
Flávio Miguel Mota Pereira
02 fevereiro 2011
Chorarei por amor, poema dia dos namorados
Oh amor que tocas no meu estranho peito
Sinto a cabeça a palpitar em amargura
Sinto a tua voz a estoirar como ternura
Por entre as telhas em que me deito
Acho que amor mais solene que este não há
Que incendie toda uma floresta
Apenas para se fazer a festa
Deste amor nunca terminado
Oh, quem me dera ter nascido antes
Olhar para os meros amantes
Como se olhasse pra mim mesmo
E sentir o que sinto agora
Olho para dois corações apalpados
Beijos de calma pronunciados
Por bocas que não falam
Por amor o vento embalam
Dois jovens apaixonados
E quem diz que o amor é cego
Que veja aos olhos de quem não vê
O interior das almas é como um lego
Que monta o mundo sem um porquê
E quem diz que o amor é surdo
Ouça o som da natureza
Pombas falam em tom mudo
Que o carinho humano é belo de certeza
E quem diz que o amor é muito calado
Siga apenas o seu caminho
Pela vida caminhando
Verá que nunca está sozinho
Flávio Pereira