24 setembro 2012

Novo blog: crónicas Chc

Em honra ao trabho desportivo de um amigo e tambem com a ajuda dele foi criado um blog com o objectivo de o acompanhar no percurso de hoquista no clube de hoquei dos carvalhos, gostava que seguissem tambem

18 setembro 2012

Da poesia para o Futebol

 

Já estou lá á algum tempo mas vou publicar isto hoje:

A partir de agora podem ver-me também no site Lusofans.com na secção portista onde critico, apoio e claro divulgo o trabalho do plantel portista nos jogos, nas transferências e assim tanto em Hóquei como no futebol.

Qualquer coisa já sabem:

 http://lusofans.com/

http:/flavioblog.co.cc/

07 setembro 2012

A austeridade desaustera


Procura-se algo novo para massacrar mais o pais
Procura-se neste povo alguma coisa mais feroz
Procura-se alguém que no fundo da austeridade diz:
“Estas medidas são para os outros, a mim não me afectam de modo atroz ”

Há sempre quem na profunda miséria dos que querem ser miseráveis
Diga que isto não o afectou
Porque enquanto o dinheiro prolifera
A classe mais rica ,na boa, se escapou

Mais austeridade, dizem os políticos
Mais formas de roubo diz a sociedade medíocre
Que apesar do pouco que ás vezes lucre
Não é de desistir de lutar para sobreviver

Os pobres, digo eu, só ficam pior se não tiverem mais vontade
Porque a televisão esconde fortunas
Por detrás do papel daqueles gunas
Há sempre um ou dois mais favorecido

Protestar??? Não é resistir é ser cobarde
É mostrar ao rico político submissão
Enquanto se perde dinheiro a dar á boca
Outros ouvem e por trás ganham cada vez mais tostão

Austeridade?? facilmente desaustera
Porque a sociedade tem todos os seus segredos
Dos tempos antigos correm grandes medos
Que se sabem que irão se ver renascidos

Política??? Oh sim, um abraço ao Senhor Relvas
Ganha dinheiro a ser miúdo
Vê o povo de alto a baixo
Come Donuts até ter a forma de um universitário “canudo”

Mas deixem-se estar, que haja austeridade, parabéns
É de vigários que se faz o mundo
E como, nós, povo, somos seus reféns
Que se deite abaixo o regime mudo
E se faça erguer das campas uns vinténs

Já chega de arranjar reféns