O poeta deve não fingir a dor
Para que possa ser sentida
Só a alma sabe o que é um tremor
Deixado pela vida
Mostraste que sabias fingir
O coração nem sempre aguenta
O sentimento que no homem mostra
Não há quem sinta o mesmo que se lamenta
Se o sentimento fogaz
Pudesse ser facilmente disfarçado
Onde estaria o rapaz
Que estando contente e mal humorado
Sentiria em seu redór
E nas pessoas a quem é amado?
Compreendo o fingimento
Não percebo é tanto mistério
O coração deve se libertar
E não ocultando seu "olhar sério"
Para no seu interpretar
Não mostrar que o poeta
Não sabe o que sentir
Para não ser levado a sério
"Pessoa" não compreendas isto como um ataque
Mas como algo que se vive
És dos melhores que Portugal conheçe e sabe
O quão dificil é ser tu nesse tempo que progride
(Pequena resposta á teoria do fingimento de Pessoa, não com o intuito de o destruir mas com o intuito de lhe revelar o pensamento actual sobre o sentimento)
26 setembro 2010
12 setembro 2010
Poema em powerpoint
Á algum tempo atrás um amigo mandou-me um poema meu em powerpoint, gostei até da ideia que pus outro dos meus poemas em powerpoint.
digam se gostarem, a musica foi uma ideia minha que até ficava engraçada no powerpoint
digam se gostarem, a musica foi uma ideia minha que até ficava engraçada no powerpoint
08 setembro 2010
Poema O ser Humano, completo. Um choro feito numa aula de educação fisica
Além da poluição constante citadina
Esfolam-se animais vivos por dinheiro
Da grande china emerge um mundo inteiro
De tanto mal que o controlo é impossível
Pela racionalidade e crueldade do homem
Único ser falante e racional
Que ao fazer no mundo imenso mal
Nem do respeito de todos merece
Deixas-me triste, preocupado
Com o poder que tens és tão desajeitado
Mostras-te implacável e destrutivo nas tuas acções
Pondo o ambiente em risco pois não merece tais punições
Tenho vergonha de ser homem pois seria malévolo
Levar o ambiente e os animais a um estado incrédulo
Pois poluis, matas, para te mostrares evoluído
Eu se escolhesse seria homem noutro sentido
O animal merece viver
Merece lutar por si mesmo e vencer
Neste mundo tirano e de total disputa
Em que a sua vida sempre dependerá do resultado de cada luta
Juro, mereceis que vos seja tirada a razão
Talvez com as regras do leão
Conseguisses viver, ser compreendido, aprender o que os outros são
E não fazer mal a ninguém sem justificação
O conhecimento é prova do engano
Quanto mais se conhece mais destemido é o tirano
Que polui, mata ou esfola sem lamento
O rosnar de cada animal não vos serve de pensamento?
Em cada criança uma luz
Em cada homem um desejo de vingança
Na china os animais servem de mera lembrança
Que propicia o engano e o mau trato deles
São estrangulados ou esbofeteados sem piedade
Quem deu ao homem tal liberdade?
Deixar os nossos “semelhantes” sofrer
E o homem cruel ao som do vinho enriquecer
Se o futuro será assim
Animais tratados como meros bonecos
Prefiro viver dentro de becos
Onde nada nem ninguém dará por mim
China, que vergonha!
Tão evoluída e medonha te tornas todo o dia
A matança não serve de alegria
Mas devia ser punida a sangue frio
Mas, enfim, deixai-vos ser maus sem lamento
A nossa sociedade julgará, não sereis tratados com um aperto
Se a prisão não chegar não temais mais
A verdadeira razão não vos deixará viver nunca mais
(um choro de dois feito por apenas um, é dos mais lógicos e fortes poemas que já escrevi)
Feito numa aula em que estava mais virado para o tema do que para o phisic esquema
Esfolam-se animais vivos por dinheiro
Da grande china emerge um mundo inteiro
De tanto mal que o controlo é impossível
Pela racionalidade e crueldade do homem
Único ser falante e racional
Que ao fazer no mundo imenso mal
Nem do respeito de todos merece
Deixas-me triste, preocupado
Com o poder que tens és tão desajeitado
Mostras-te implacável e destrutivo nas tuas acções
Pondo o ambiente em risco pois não merece tais punições
Tenho vergonha de ser homem pois seria malévolo
Levar o ambiente e os animais a um estado incrédulo
Pois poluis, matas, para te mostrares evoluído
Eu se escolhesse seria homem noutro sentido
O animal merece viver
Merece lutar por si mesmo e vencer
Neste mundo tirano e de total disputa
Em que a sua vida sempre dependerá do resultado de cada luta
Juro, mereceis que vos seja tirada a razão
Talvez com as regras do leão
Conseguisses viver, ser compreendido, aprender o que os outros são
E não fazer mal a ninguém sem justificação
O conhecimento é prova do engano
Quanto mais se conhece mais destemido é o tirano
Que polui, mata ou esfola sem lamento
O rosnar de cada animal não vos serve de pensamento?
Em cada criança uma luz
Em cada homem um desejo de vingança
Na china os animais servem de mera lembrança
Que propicia o engano e o mau trato deles
São estrangulados ou esbofeteados sem piedade
Quem deu ao homem tal liberdade?
Deixar os nossos “semelhantes” sofrer
E o homem cruel ao som do vinho enriquecer
Se o futuro será assim
Animais tratados como meros bonecos
Prefiro viver dentro de becos
Onde nada nem ninguém dará por mim
China, que vergonha!
Tão evoluída e medonha te tornas todo o dia
A matança não serve de alegria
Mas devia ser punida a sangue frio
Mas, enfim, deixai-vos ser maus sem lamento
A nossa sociedade julgará, não sereis tratados com um aperto
Se a prisão não chegar não temais mais
A verdadeira razão não vos deixará viver nunca mais
(um choro de dois feito por apenas um, é dos mais lógicos e fortes poemas que já escrevi)
Feito numa aula em que estava mais virado para o tema do que para o phisic esquema
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