SENTIMOS JUNTOS
AQUI ME ENCONTRO ENTRE OLHARES NA JANELA...
VENDO CASAIS AQUI E ALI,
PASSANDO DE MÃOS DADAS
EM UM DELICIOSO SENTIR...
AQUI ME ENCONTRO COM O PENSAMENNTO ARDENTE EM TI
ME FALTAM PALAVRAS PARA DIZER
AQUILO QUE A BOCA QUER SABER:
OS SABORES QUE TEM A SUA...
A MINHA ESTRADA NUA...
TEU DESEJO INTENSO PODE CHEGAR
AO DEDILHAR NA PELE
E UM CALOR SUBINDO NO AR
FAZENDO COM QUE VENHA CADA VEZ MAIS
ME DESEJAR...
SEGUE AGORA MEU CAMINHO:
SE ENTREGUE AGORA,
AOS MEUS DELÍRIOS FEMININOS...
FÁTIMA ABREU
***************************************
Te sigo, completamente doido por algo
Que sinto, que sei, que não descrevo tão facilmente
Á espera de algo fumegante que me sossegue
Que me acalme os meus prazeres carnais e felinos...
Me sinto enrodilhado por esse ventre guloso
Por esta penetração tão propicia e permanente
Eu que lanço em teu ar formoso
Meu corpo suave esperando ficar quente
De delicia, de ternura
De desnudez e prazer
Sinto neste ar conjugado a loucura
De meu foguete teu corpo reconhecer
Flávio Pereira
( eu nem digo nada, o prazer destas coisas sempre foi meu apetite, por uma vez viva o sexo
29 janeiro 2011
23 janeiro 2011
Ermesinde
Ermesinde,minha localidade
Minha casa foste-te a revelar
Nasci em ti, viste me em pequeno
E tenho saudades de te ver a cantar
Vi a tua famosa igreja me acolher como aluno
São saudades que hão-de sempre ficar
Agora quero estar perto de ti mais uma vez
Para te ouvir e voltar a sonhar
Tiveste em ti o meu pequeno corpo
Tiveste em mim a minha pequena alegria
Saudades que choro todos os dias
Por poucas vezes te poder ver outra vez
Saudades que não perco
Choro que não me entristece
Minha bela e grandiosa parte
Que será assim lembrada por toda a minha arte
Vem minha musa antiga mais uma vez
Chuta-me para a minha nascença
Relenbra-me que de um homem
Não só estudo se faz
Chove em mim se quiseres
Arrasta-me para onde te der mais agrado
Esconde a minha saudade entre as mulheres
Será esse o meu mal enfeitiçado
Não sou pecador por oficio
Farejo em ti o meu ser
Conheço o teu cheiro materno
Sempre fazendo me bem o merecer
E bem, cá estou eu longe de onde nasci
A pensar quem serei
Uma vez por aqui
Penso nas rimas que te farei
Não sei porque assim me acolheste
sem saber porque tinhas de ser a escolhida
O que é certo é que em mim viveste
O desejo de uma alma em ti perdida
Se ao fim do dia que tiveste
Vier algo mais, de melhor
Lançar-me-hei como nunca
A esta fonte de esplendor
Minha casa foste-te a revelar
Nasci em ti, viste me em pequeno
E tenho saudades de te ver a cantar
Vi a tua famosa igreja me acolher como aluno
São saudades que hão-de sempre ficar
Agora quero estar perto de ti mais uma vez
Para te ouvir e voltar a sonhar
Tiveste em ti o meu pequeno corpo
Tiveste em mim a minha pequena alegria
Saudades que choro todos os dias
Por poucas vezes te poder ver outra vez
Saudades que não perco
Choro que não me entristece
Minha bela e grandiosa parte
Que será assim lembrada por toda a minha arte
Vem minha musa antiga mais uma vez
Chuta-me para a minha nascença
Relenbra-me que de um homem
Não só estudo se faz
Chove em mim se quiseres
Arrasta-me para onde te der mais agrado
Esconde a minha saudade entre as mulheres
Será esse o meu mal enfeitiçado
Não sou pecador por oficio
Farejo em ti o meu ser
Conheço o teu cheiro materno
Sempre fazendo me bem o merecer
E bem, cá estou eu longe de onde nasci
A pensar quem serei
Uma vez por aqui
Penso nas rimas que te farei
Não sei porque assim me acolheste
sem saber porque tinhas de ser a escolhida
O que é certo é que em mim viveste
O desejo de uma alma em ti perdida
Se ao fim do dia que tiveste
Vier algo mais, de melhor
Lançar-me-hei como nunca
A esta fonte de esplendor
22 janeiro 2011
O poema é:
Oh, o poema, aquele conjunto arranjado de versos
Aquele olhar por entre os inversos
Aquela magia de sentimento transpirado pelo som da palavra
Que não parece querer sair de outra forma
O que é??, deixemos o coração falar...
O poema é o grito desabafado do mundo
Preso a um corpo sem fundo
Onde a necessidade reina
E a alma aos poucos se destreina
O poema é um sentido inocente
De alguém preso ao presente
Depois de tanto crime no passado
O poema é sentir-se feliz
Com o próprio mundo que a alma diz
A prisão nunca foi impedimento
Para a criatividade do homem
O poema é o choro da alma
A voz que nem o silêncio acalma
O murro na parede sangrento
Que ao passar lança o sangue e a dor pelo correr do vento
Au! Que a dor asfixia a mente
Que o poeta é um ser dormente
Que dorme sem ter sonhado
Sem viver, sem ser acordado
Onde fogem os versos da caneta
A maca foge ao perneta
Que percebe que apenas num lugar
Sabe que é facil andar
Pelas mãos do Deus forreta
Que nem o sabe controlar
Aquele olhar por entre os inversos
Aquela magia de sentimento transpirado pelo som da palavra
Que não parece querer sair de outra forma
O que é??, deixemos o coração falar...
O poema é o grito desabafado do mundo
Preso a um corpo sem fundo
Onde a necessidade reina
E a alma aos poucos se destreina
O poema é um sentido inocente
De alguém preso ao presente
Depois de tanto crime no passado
O poema é sentir-se feliz
Com o próprio mundo que a alma diz
A prisão nunca foi impedimento
Para a criatividade do homem
O poema é o choro da alma
A voz que nem o silêncio acalma
O murro na parede sangrento
Que ao passar lança o sangue e a dor pelo correr do vento
Au! Que a dor asfixia a mente
Que o poeta é um ser dormente
Que dorme sem ter sonhado
Sem viver, sem ser acordado
Onde fogem os versos da caneta
A maca foge ao perneta
Que percebe que apenas num lugar
Sabe que é facil andar
Pelas mãos do Deus forreta
Que nem o sabe controlar
15 janeiro 2011
Em cada alma um Poema
Sinto a vida a andar para trás
E em cada alma um poema
Um romance se trás ou desfaz
Cada beijo seu tema, observem o poema
Cada beijo melancólico entra e não desaparece
Cada toque bucólico entra no par e permanece
Cada palavra sentida, falada ao ar
Deixa a terra numa palavra
Oh amor que em ti duas vozes são moucas
Oh amor que derretes no meu peito
Sinto no ar o seu jeito, esta palavra
Que a terra não deixa apagar
Sei a força da matéria de que és feito
Sei a força do coração em que te unes
Mostrarei tamanho respeito
Se e só se da tua chama fumes
Sim, fumar porque só fumando o amor se vive
Se sente por todo o sistema respiratório a harmonia
De um sentimento que deixa de ser magia
E passa a ser vitamina do homem
E que por esta vitamina lutem
Homens, mulheres e crianças
Oh amor, deixa tu as tranças
Que unem cada ser humano ao mundo
E em cada alma um poema
Um romance se trás ou desfaz
Cada beijo seu tema, observem o poema
Cada beijo melancólico entra e não desaparece
Cada toque bucólico entra no par e permanece
Cada palavra sentida, falada ao ar
Deixa a terra numa palavra
Oh amor que em ti duas vozes são moucas
Oh amor que derretes no meu peito
Sinto no ar o seu jeito, esta palavra
Que a terra não deixa apagar
Sei a força da matéria de que és feito
Sei a força do coração em que te unes
Mostrarei tamanho respeito
Se e só se da tua chama fumes
Sim, fumar porque só fumando o amor se vive
Se sente por todo o sistema respiratório a harmonia
De um sentimento que deixa de ser magia
E passa a ser vitamina do homem
E que por esta vitamina lutem
Homens, mulheres e crianças
Oh amor, deixa tu as tranças
Que unem cada ser humano ao mundo
13 janeiro 2011
Oh "meu" partido: Portugal sem rumo
Oh meu partido que tantas tristezas lanças no pais
És destemido mas o Portugal não está feliz
Tanta injustiça e mágoa por ti derramada
Tanta fúria por ti provocada
Onde parará tal ilustre pais?
Deixaste que o dinheiro se nos fosse roubado
Deixas que nossos salários destinem nosso fado
Daqueles que tenho medo não sei em quem votar
Olho para o pais e portugal não sabe falar
Sendo assim, então, falo eu
Promessas são feitas, olhos são trocados
Juros são lucros dos individados
Que já não podem pagar a crise a este pais
Porque o governo deixa o povo falido e infeliz
Sem ter que comer o beneficio é vosso
Sem ter que fazer, façais vós
Temo o fim de um Portugal de coragem
Receio o inicio do fim da nossa voz
Talvez uma ditadura seja agora esperada
Se não o é que estais vós a fazer
Comeis da maça podre ainda a apodrecer
Porque de vocês governo não sobrará nada
07 janeiro 2011
Duas Novidades
Primeiro gostaria de dizer obrigado aos seguidores e amigos por seguirem o blog deste jovem escritor que tem mais para dar do que o mundo pode esperar.
Quanto as novidades o portal da sociedade em que estou inserido está em processos de finalização da estrutura e registo e em breve haverá dois mundos fortemente ligados pela cultura.
A segunda novidade está no primeiro livro do meu caro amigo poeta enamorado: Apollo11 que se lança na edição do seu primeiro fragmento de obra editado e a surpresa e que o meu poema sobre o ser humano divulgado aqui no blog encontra-se la.
Para aqueles que seguem desde muito tempo este pequeno canto de desabafo que criei deixo um obrigado especial porque tudo isto que aqui escrevo podemos ver Nos olhos de uma criança
Quanto as novidades o portal da sociedade em que estou inserido está em processos de finalização da estrutura e registo e em breve haverá dois mundos fortemente ligados pela cultura.
A segunda novidade está no primeiro livro do meu caro amigo poeta enamorado: Apollo11 que se lança na edição do seu primeiro fragmento de obra editado e a surpresa e que o meu poema sobre o ser humano divulgado aqui no blog encontra-se la.
Para aqueles que seguem desde muito tempo este pequeno canto de desabafo que criei deixo um obrigado especial porque tudo isto que aqui escrevo podemos ver Nos olhos de uma criança
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