30 julho 2011
Eutanásia
Teme-se a morte, dando-lhe agora ouvidos
Quer-se morrer a comprimidos
Que baixam o ritmo corporal lentamente
A ciência não preserva os bons direitos
O doente já se sente fora de si
Não quer mais abrir os olhos e ver por si
Que o seu corpo ou mente já não aguentam
Há quem por mau estar familiar
Procure o suicídio assistido
Lentamente o corpo antes temido
Rasga o seu funcionamento
A sociedade proíbe,
É ilegal tirar a vida a um ser humano
Ato este que apesar de não ter grande dano
Tem mais boca que coragem na medicina
A religião proíbe
É contra as leis do santo ofício
Tirar da vida seu beneficio
Só porque a vontade fortalece
A ciência contra-ataca
Não é mau matar por assistência
Desde que como principal conveniência
Se saiba o que se faz. (coisa que pouco médico é capaz)
Oh morte, oh morte
Porque és tão requerida
O ser humano não está bem com a própria vida
E tens tu que ser chamada ao forte
Vida, oh Vida
Porque dás sempre tantas voltas
Ou por doença ou por confusões tortas
Há sempre quem não se sinta bem com a tua ferida
(Acabe-se as grandes conversar deste tema
Simplifiquemos o complexo, em poema.)
Flávio Pereira
Professores quem sois vocês agora?
Professores, vós que nem sindicato de jeito conseguem ter
Sois o grau menor de uma sociedade que se quer culta
É em vós deitada muita culpa
Que aparece por não conseguirmos o que queremos
Sois a profissão de por vezes quem desiste
A cultura que se ensina é muita a que em nós não existe
Estais presos a um programa lectivo
Que se tentam escapar tem de ser para dar bom incentivo
Agora sereis avaliados
Não por quem vos vê mas por quem não vos reconhece
Terão de ter títulos de grande prece
Para que vos seja dado o benefício
Numa sociedade que tende a glorificar os bons e perder os maus
O ensino tornar-se- há algo ainda mais chato
Lutarão muitos de vós em corta-mato
Para que o valor vos seja atribuído
Um professor não deveria ser avaliado
Por aqueles que nem seus parentes são
Poderia ser, por exemplo, prestigiado
O professor sobre quem grande parte dos alunos diz bem
Há várias visões do poder da profissão
Mas estou a ver que muitas estão erradas
Os professores são grande parte das vezes classes maltratadas
Porque o governo exige tesouros para seu próprio bem
E assim estamos nós
Em procedimentos nunca antes vistos
São todos uns “cristos”
Quando a realidade não lhes cai em cima
Flávio Pereira
28 julho 2011
Não percebo o adulto
Adultos, vocês percebem-se?
As vossas atitudes perante um sem abrigo (não de todos)
As vossas ações com as crianças quando se portam mal
Não percebo, sou também adulto mas não me sinto normal
Vocês compreendem porque insultam o carro do lado
Conseguem-se definir como um ser bem educado
Que não usa o sexo oposto como um preservativo
Deitado fora depois de um pequeno uso intensivo
Eu não compreendo…
Porque é que depois de ter havido uma sociedade há vingança
Rasgam-se os bens dos outros para vos fazer bem á pança
Diz-se tudo o que não se queria dizer porque não há coração
É difícil pensar que estamos todos no mesmo chão
O que fazeis vós a terras inteiras
Apenas com armas e rancor apontadas
Onde está a cultura que entre espadas
Tem todos porque vos é dada sem negação
Pergunto: De uma sociedade civilizada vocês só usam o palavrão
Desgastando aos tempos uma boa comunicação
Para vos fazer bem á mente
Ou a uma nova sociedade delinquente?
Factos são factos, é degradante
Ver um trolha chamar cabrão a um antigo militante
Porque os tempos mudam e o momento foi oportuno
Baterão dois carros e sai primeiro a boca depois o conhecimento uno
Não percebo, a sério que ainda não percebi
Ser adulto é querer ser irracional
Tratar alguns dos outros pior que um animal
Porque a altura física não controla o instinto
Obrigado por me lerem, gostaria de ter algumas respostas mas por enquanto a pergunta mantem-se
26 julho 2011
How to know you heart is bleeding
Heart, oh heart, bleeding i dont know
Someone is crying all time
No matter what the crime
They made, my heart blow(up)
One kid is lonely
Trying to find himself
No prayer was is honey
No letters his tells
Feeling the heart on fire
No one kills his life disire
II
Quando se aproxima de alguém sente medo
Tem medo dos olhares do mundo real
Que só por lhe ter sido em tempos fatal
Foi lhe cravado o perigo cedo
Sente que não existe no mundo
Sabe que a vida o condiciona
Mar é mar que abandona
Seus maus filhos no mar profundo
Lá está ele vivendo
Em cada traço sofrendo
III
Saber o que não sei
O coração se magoa
Tendo medo de ser de si rei
Lançado a majestosa proa
Vive do sentimento
Que é destruído sem lamento
Assim o coração se faz
A ser o que hoje não foi
IV
Felt the incapacities of a no knowledge world
He knows how to not feel
His heart have no hair touching as bold
The dream he dont dream he scream as unreal
No masters to control his mind
The heart is no bleeding all time
Neither the sun that now shine
Have effect in eyes that are saw blind
We cant Save our Selfs
If others make us feel like trowing bells
Thanks to pleasure of know 2 sonnets forms as my majure
Flávio Pereira
24 julho 2011
Cancro Pulmonar
Começam os órgãos lentamente a dar de si
Por onde o fumo passa cria ardor
Dentro do pulmão algo novo se modifica e se fragiliza ali
Um pulmão lentamente em evolução
Tenta renovar o seu interior
Divide-se porém sem travão
As células criando TUMOR
Como a função respiratória é vital
Estando danificado o seu principal órgão
Tudo que se conhece é agora fatal
Provocando sintomas em todo o ser humano corpónio (corpo dele)
Começa lentamente a faltar o ar
A tosse então se fortifica
O monóxido de carbono começa lentamente a raspar
Dá no corpo sua semi letal pica
O sangue sai dos canais por entre a tosse
O peito do ser humano então se recente
Dói no abdómen e lentamente
A dor tornar-se-á inseparável
Perde-se então a vontade de comer
Como não há vontade não há peso
A voz encontra também o seu lado indefeso
E começa ela própria a falhar
Como o oxigénio é necessário
Para conservar todas as células do organismo
Faltando forma de o tratar
A pele também encontra a sua cor de abismo
De uma cor totalmente a si apropriada
Torna-se agora amarela turgida
Não é nutrida, está estragada
É agora visível a presença de uma doença túrgida
Mas a pele ainda não sofreu tudo
Juntamente com a cor amarelada
A poluição interior do organismo do gás oxigénio
Provoca bolhas que ali para sempre ficarão
A juntar a tudo isto não á manutenção da pelugem humana
Os cabelos caem deixando cair também á paisana
Todos os pêlos do corpo que sem oxigénio
Não merecem ali pertencer
Por fim e como ultima pitada no bolo
As unhas crescem de forma errada
A fragrância humana é também mudada
Alterando o cheiro dos líquidos corporais
Flávio Pereira