29 abril 2011

Todos Paramos em Casa (TPC)

 

Todos paramos em casa

Em trabalhos imensos diariamente

Chegamos ao ponto de cair no meio das folhas que temos de fazer

Perdemos a vontade de ver mais um sol nascente

 

Os trabalhos que são por nós levados

Para estudo de testes e mais teorias

São atirados para o conhecimento

Que bloqueia no meio de tantos dias

 

Somos estudantes

Não digo outra coisa

Meros seres humanos crentes

Numa explosão de boa lousa

 

Professores, lancem-nos as soluções

Aprendemos com o que está feito

Com tanto exercício sem jeito

Não temos boas sensações

 

TPC, trabalhemos que o mundo governa

Somos escravos do que escolhemos ser

Os professores tudo fazem para aguentar

Estes exercícios “destroem” o relaxado do nosso ser

 

Fecho a porta ( para entrar em mim)

 

Porta fechada, sou eu mesmo

Ao som de uma balada a gisberta

Deixo aqui no fundo uma porta aberta

Para sentir esta música derretida

 

Entro em mim

Como se de um relâmpago se tratasse

Incubido de sentir as passadas

De um vento que me trespassasse

 

Mas não trespassa, sou pele e osso

Mais pele e carne do que o que o mundo seria

Afasto a alma que por este som flutua

Para viver hoje mais um dia

 

Olho para me manter longe

De jovens torturáveis e inocentes

Que por desgastar as mentes

Foram ser moldados pelo nada

 

 

BALADA DE GISBERTA

25 abril 2011

25 De Abril de 2011 (37 anos após o ataque pela liberdade)

 

37 anos depois está a liberdade gasta

Com vontade de ser presa outra vez

Porém tudo se faz para não o fazer

Não se faria agora o que outrora fez

 

A liberdade que lutamos foi usada

Como pretexto para má governação

Ao longo de anos reclamada

Portugal que antes sofria agora perde a razão

 

Sem dinheiro, sem verdades

Portugal anda pela euro-rua

Mostrando-se ser livre

Na água que em cada um faz secura

 

Estamos livres e enganados

Por uma conjunção de momentos

37 anos passados

Sofre-se agora do ser e maus comportamentos

 

Pedir dinheiro á europa dá que falar

Pedir dinheiro á água que não temos

Liberdade, que chegaste aos extremos

De ser considerada aproveitamento por quem sabe

 

Os estrategas daqueles tempos agora tremem

Já nada assim agora se fazia

Otelo, diz com sabedoria:

Se Soubesse que Portugal ficava assim não faria a revolução

 

Podemos pedir clemência que os tempos rodam

Quanto mais o mundo nós fazemos virar

Mais ele retrocede para o seu lugar

Já que Portugal não aguenta um segundo

Cansei de ser número (sou livre porra)

 

Cansei de ser número, de ser mais um

Num pais de identidades trocadas

Rasgadas pelo número de B.I, cidadão,etc

Cartões de faces desafiadas

 

Basta o nosso número para entrar

Basta a nossa cara reconhecer

Num pais cuja liberdade tem lugar

O nosso número parece ter mais poder

 

Somos 3 milhões e não sei quantos

É dificil memorizar tanta gente

Se assim o é como presente

Me explicais quantos partidos tem o pais

 

O número destrói um nome

É apenas mais um…

Num pais em que governa este estado

O Presidente da república é o número 1

 

Os outros, nós

Mais uns servos na contagem

Somos servos de sondagem

(Deixai-me ver quantos há neste pais)

 

Por isso irritei-me de ser um número

Quero ser uma pessoa

Se a identidade magoa

Porque nos tem que numerar?

 

Que o nosso nome fale mais alto

Que o nosso ser revolucione o mundo

Já estou farto de em cada segundo

O meu número influenciar

 

cool

23 abril 2011

Livro, oh livro ( dia mundial do livro e direitos de autor)

 

Livro, oh livro,Tuas páginas

fazem parte da cultura do mundo

Desfolhado e imundo

aquele pequeno homem que te lê

 

Deixas um ar de conhecimento na Terra

guardado ás vezes por almas mortais

Teus escritores triunfais

pedem agora glória que outrora não tiverão

 

Escrito nas linhas d´um mundo imerso

Nas palavras dos grandes que o criarão

Fica também por vezes um verso

De um poeta que os grandes não lenbrarão

 

Para que faça do mundo o seu palco

Para que faça dos seus amigos seu ser

Honrado este poeta “in verso”

No orgulho que o faz viver

 

Grandes homens se foram

Pequenos e tentados seres virão

Fazer da sua obra literária

O bestseller ou orgulho do seu chão

22 abril 2011

Terra, porque choras?

 

Terra, minha casa de corpo

Porque sinto eu lágrimas de vossa face

Já não intendo o que de mal se passe

Estais tão triste e tão raivosa, porquê?

(resposta)

 

Estou como vocês me colocam

Depois de tanto terreno mal ocupado

Depois de tanto poder contra mim criado

Não sei o que fazer contra o ser humano

 

O animal já chora, eu sufoco

O poder por vós criado nuclearmente

Destrói toda a força que me dá imponente

O poder de controlar

 

Estamos poluídos por erros que a vocês damos

Por erros que a natureza nunca por si faria

O ar agora já pouco se respira

Sois o mal que nos transforma

 

Agora tomai vós o remédio

Furacões e sismos a vós lançados

Farão destruir terras e telhados

Que vocês criaram para viver

 

Quanto pior o pais mais força temos nós

Vejam o japão industrializado

Agora treme agitado

E com medo que o mundo por nós acabe

 

Heal the world

Flávio Pereira

Desafio: Um poema á mãe Terra

 

Uma vez que hoje é dia mundial do planeta Terra queria propor um desafio poético aos meus amigos e seguidores que é precisamente este: Criar um poema sobre a Terra, de sub-tema fica ao vosso agrado.

O desafio é apenas uma oportunidade para refletirmos sobre os problemas que a Terra tem enfrentado e a forma como a mesma tem estado a responder ao ser humano durante este tempo que aqui estamos.

 

image 

Grapes, (uvas english version poem)

 

Grapes, oh grapes

All the wine of future you can make

Turn a human body a saint

To fullfill is own shape

 

No man can just resist you

All goods like your pleasure

Our mouths are telling who

Is a storyteller maker

 

Let the liquid stuff run of it

Dont let the pleasure stop

Make a wine fresh like beer

Put a world wine top

21 abril 2011

O povo é que paga

 

Estamos fartos de ser cordeiros

Vitimas de um governo que não nos ouve

Guerras entre partidos que por inteiros

Ao povo sobrará a pobre couve

 

Chega de enganos trelinterios

Chega do som de impostos a chegar

Vós, politicos sois matreiros

O povo agora dirá o que lhe chegar

 

A funçao publica queimada com impostos

Já sai da leal profissão

Trabalhar para pessoal corrupto

Depois no fim perder todo o tostão

 

Sejamos poucos mas alertantes

Que o governo que a nós mentir

Mais depressa irá cair

Nas mãos do próprio engano

 

Povo ao poder e que se faça a breve cantiga

De um revoltar aos olhares do homem

Estes mentirosos tudo consomem

Para o poder que lhes é atribuído manterem

 

Pedro J C Soares

17 abril 2011

O poeta é um ser louco

 

O poeta é um ser louco

Esbarrado da realidade

Joga-se nas palavras como em pouco

Um governante procura liberdade

 

O poeta derrete a sua alma

Para olhar para o mundo sem que o vejam

Destrói o normal curso de uma água calma

Para criticar aqueles que não o desejam

 

Somos loucos, deficientes talvez

Mas nada no mundo nos pára

Somos invisíveis aos olhos  da sensatez

Ela própria teme as obras que o mundo não sára

 

O poeta é um ser louco mas imortal

No passado e futuro a sua voz venceu sempre e vencerá o mal

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15 abril 2011

Bebedeira de escritor

 

Por muito sumo que hoje beba

Hoje estou bêbado de letras

Já são tantos os literário-cometas

Que me adicionam para me divulgar

 

Desde o céu até ao abrigo

Poesia no seu furor

Agora uma estante e não consigo

Não ter bebedeira de escritor

 

Qual morfina, qual vicodin

Isto é um poço de conhecimento

A poesia faz-se instrumento

De um estudante rimador

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My writer soul is drunk

~

Ladies and friends, my writer soul

Is more drunk than ever

My spirit becomes a hole

It can last forever

 

I dont know who i am

I dont know what to write

I forgot the plan

To make words flow now right

 

You need a help, dont you?

Find yourself in

When words come to you

Fight the power of the dream

 

And i continue to write

My blind soul always fight

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13 abril 2011

Para um feliz dia do beijo (poema ao beijo)

Um beijo,
toque de dois lábios molhados
Sentidos no ar quentes
No luar sempre procurados

Beija-me noite que hoje o dia é eterno
Quente para o amor
O frio é materno
Para ter cuidado com o calor do amor enfermo

A um dia que nunca seja noite
A uma noite que seja pra sempre um belo dia
Beijos na face e no defronte (lábios)
Sentem se na força da maresia

E porque não há melhor que um beijo suave
E que um amor resultante profundo
Que este dia não mais acabe
Pois seria o fim do mundo (oh amor profundo)

Derrete os nossos corações por mais um dia
Seja hoje, ou amanhã, é para sempre
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Famoso, Maquiavélico, Implacável (FMI)

Estamos dependentes de estes senhores
Já que o nosso governo não fecunda
A economia Portuguesa afunda
Num mar de dívidas, juros e louvores

Parlamento poderoso dissolvido
Poder (enganoso) distribuído
Para que o melhor que venha possa reinar
Fazendo de Portugal seu partido

Que venha o dinheiro
Que venha a avaliação
Que venham 80 milhões de leal bandeja
Já que até 2000 e carqueja
Recebeis os vossos 520 milhões inflacionados

A pergunta feita é a seguinte
Será Portugal um pais honesto
Governará e receberá seu testo
Com vontade de evoluir?

Eu resigno-me ao que vejo
Senhores de pasta e de gravata
Calam a boca da malta
Quando esta quer conhecer os seus mundos
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10 abril 2011

Uvas, o poema ( versão portuguesa)

 

Hoje, por mero acaso

Tenho uvas no meu lar

Veio-me á cabeça um poema

Para as homenagear

 

Uvas doces que o vinho estraga

Belas pela cor e pela ternura

Dão fama a terras de onde passa a mágoa

De um vinho seco e forte em altura

 

Uvas de queijo que o paladar enchem

Os reis e antigos faraós de contentamento

Mostram que reinar e um bom sustento

Para quem vive e viveu em outras eras

 

Uva amarela

Que o sol em ti passa e deu a cor

Sempre doce e bela

Limpa pela terra e glorificante ao amor

 

Uva preta

Forjada pela noite escura e pelas estrelas

Vendo no vinho o seu leque de aguarelas

Que dá paladar não só a Portugal

 

Em cachos vive a vida

Em liquido satisfaz o maior gosto

Seu aroma doce e terno como no mundo é sentida

Eleva o Porto no seu mais rico gosto

 

Poema ás uvas sinceramente se fez

Para provar um belo fruto agora português

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05 abril 2011

Are you awake? (come to shape my hearth)

 

Are you awake or need a push off

My hearth is so lonely

The courage that i have got is turned off

I cant feel my honey.

 

Lost apart all the trees

Feeling love with a rock

Come shape my hearth lady

Feel free to make in me a shock

 

Love in hearths is so happy

Love in body is so untrue

Fullfill my hope to everybody

Knows that in the world i love you

 

Play the cards of love to increase me

I hear the sounds of shape of the society, believe me.