18 fevereiro 2012
O que faz um amigo (Ou devia fazer)
O que faz um amigo não é deitar nos a baixo
Para isso chega a família
O que faz um amigo não é tratar- nos por baixo
Isso é mostrar porcaria
Um amigo sabe dizer quando estamos mal
Sabe levantar-nos para cima
Um amigo sabe que quando por vezes o tratamos mal
Não é porque não gostemos do seu apoio
Um amigo pode por vezes fazer-se de idiota
Para não querer revelar fraquezas
Ao nosso lado isso (não devia) importa
Mostra que toda a amizade tem boas e más influências
Não é pela maior idiotice de um homem
Que um grande amigo deve se perder
Esse caso mostra
Que ninguém é tão fixe como se faz parecer
Tratar os outros como cães
Só mostra inferioridade
Daqueles que julgamos conhecer
E que a cobardice se revela quando o corpo não se faz parecer
08 fevereiro 2012
Sonhar na faculdade
Sonhar, sonha-se
Como um pássaro k se estende na vida
Sozinho, pensante
Sonhar em fantasia
Na faculdade trabalha-se
Como alguém que sonha intensamente
Sem ar, baralha-se
O poder k os outros dizem imponente
Mas aquele sonho k se usa
Nao tem mais validade
Sonhar, com a poderosa eclusa da vida
Que vive só, sem liberdade
E se torna difusa
Pensar que a terra calma é
Nao ajuda
Porque o sonho k nos move
E remove, faz a terra surda
Sonhar, na faculdade
Como algo vindo do desespero
Ter calma, ter vontade
De viver o sonho como se se cozinhasse sem tempero
Oh, sem liberdade
Este poema, vindo do fundo
De um olhar k nem ele próprio se conhece
De um ser tão moribundo
De quem as estrelas baixinho fazem preçe
Como um pássaro k se estende na vida
Sozinho, pensante
Sonhar em fantasia
Na faculdade trabalha-se
Como alguém que sonha intensamente
Sem ar, baralha-se
O poder k os outros dizem imponente
Mas aquele sonho k se usa
Nao tem mais validade
Sonhar, com a poderosa eclusa da vida
Que vive só, sem liberdade
E se torna difusa
Pensar que a terra calma é
Nao ajuda
Porque o sonho k nos move
E remove, faz a terra surda
Sonhar, na faculdade
Como algo vindo do desespero
Ter calma, ter vontade
De viver o sonho como se se cozinhasse sem tempero
Oh, sem liberdade
Este poema, vindo do fundo
De um olhar k nem ele próprio se conhece
De um ser tão moribundo
De quem as estrelas baixinho fazem preçe
02 fevereiro 2012
O piano sonha
O piano sonha sem saber o que diz
Ergue-se o artista a tocar como ele só sabe
O piano surge vindo escrito em giz
A voz do vento, suave
Deixa-se a tecla correr
Não se sabe quando para
A música bela que se vê crescer
É coisa rara
Sente-se o fumo mas não é do aquecimento global
É a mente artística do mundo
A ser fenomenal
Viva a nós que estamos cá neste segundo
A chuva passa
Mas nada consegue calar
O sonho do piano
Que o mágico vai tocar
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