31 julho 2013

Poemas na aldeia: arre mosca que chateias

Fogo! moscas que nem mortas
Vossas compadres nos deixam em paz
Voai moscas, fazei tostas
Mas na aldeia sois demais.

Mata-se a prima não falta empregada
Mata-se o genro vem a família toda
A coicidencia é danada
Que não há tantos primos que um só não morra

Moscas que me habituais
A esborrachar vosso império
Parte se uma vem mais
E em vez de aparecerem nos jornais
Vai tudo chorar ao cemitério

Ao menos uma coisa aprendemos
Família esborrachada é família unida
Mesmo que discutíeis 
É a nós que fodeis mais a vida

30 julho 2013

Poemas na aldeia: no café tudo se sabe

Um mundo faz se pequeno
Nos lugares gigantes
E num local terreno, onde tudo está ameno
Todos se conhecem e aos visitantes

A prima da irmã de quem se sabe
Se visita a zona já era
Antes k o mundo acabe
Toda a gente a conhecera

Mas mesmo que não seja de lá
A curiosidade mata o mamilo
Que nao se vê tranquilo
Enquanto a verdade não sabe

Aldeias..... vantajosas
Na morte e na penúria
Todo o mundo se conhece
Toda a criaçao tem luxuria

Aquele café de outrora bebados e contentes
Passa a mulheres descrentes
No novo ser que lá passa
Até se perceber que é filho duma brasa

Dificuldade? Nenhuma
Primos de primos vinde
Enquanto passa a passadeira
Tudo o mundo ali vos é sublime

Viver? Paz? Só em casa
Fora é a borga do saber
Que enquanto nao se tiver
Nem á mosca ultrapassa