17 outubro 2013

Pai, quem és?

Pai, quem és,  tão doente
Vives a estragar a familia que quer paz
O passado não deixas para trás
E a tua mulher pões quase inconsciente

Bates-lhe,
estragas-lhe a dignidade com as palavras
Que por serem do calão macabras
Já todos te tem desafeiçao

És pior que aqueles que te antecedem
Por não esqueceres o que passaste
A tua vida amaldiçoaste
Por transportar o mal que em ti usaram

Veio a net, criticaste os teus próximos.Agora até no trabalho te veem como mendigo
Sempre á tecnologia agarrado
Sempre com vocabulário indevido

Falas com desconhecidos com rancôr familiar
Falas com a familia com intençao de magoar
Não mudaste pai, todos te conhecem a pinta
Vives com a tua benção de vida propositadamente extinta

Antes usavas deus para salvar os outros
Sempre foste quem precisava de ser salvo
Agora com a tecnologia adicionada ao caldo
Deus usa-te para viveres o teu pecado

Pára pai, doi-te mais a ti
Procura ajuda ja que não ajudas ninguém
Faz a ti o unico e maior bem
De perdoar os teus antepassados

Só assim esquecerás quem és
Porque os outros o eram
Serás o que quiseres
Independentemente do que te fizeram.

31 julho 2013

Poemas na aldeia: arre mosca que chateias

Fogo! moscas que nem mortas
Vossas compadres nos deixam em paz
Voai moscas, fazei tostas
Mas na aldeia sois demais.

Mata-se a prima não falta empregada
Mata-se o genro vem a família toda
A coicidencia é danada
Que não há tantos primos que um só não morra

Moscas que me habituais
A esborrachar vosso império
Parte se uma vem mais
E em vez de aparecerem nos jornais
Vai tudo chorar ao cemitério

Ao menos uma coisa aprendemos
Família esborrachada é família unida
Mesmo que discutíeis 
É a nós que fodeis mais a vida

30 julho 2013

Poemas na aldeia: no café tudo se sabe

Um mundo faz se pequeno
Nos lugares gigantes
E num local terreno, onde tudo está ameno
Todos se conhecem e aos visitantes

A prima da irmã de quem se sabe
Se visita a zona já era
Antes k o mundo acabe
Toda a gente a conhecera

Mas mesmo que não seja de lá
A curiosidade mata o mamilo
Que nao se vê tranquilo
Enquanto a verdade não sabe

Aldeias..... vantajosas
Na morte e na penúria
Todo o mundo se conhece
Toda a criaçao tem luxuria

Aquele café de outrora bebados e contentes
Passa a mulheres descrentes
No novo ser que lá passa
Até se perceber que é filho duma brasa

Dificuldade? Nenhuma
Primos de primos vinde
Enquanto passa a passadeira
Tudo o mundo ali vos é sublime

Viver? Paz? Só em casa
Fora é a borga do saber
Que enquanto nao se tiver
Nem á mosca ultrapassa

02 maio 2013

Os gamers

Há jogadores com panca
Outros há por diversão
No jogo tudo arranca
Porque tem programação

Jogar é cultura
Faz bem á mente
É vicio humano
Para deixar quem possa ver contente

Gamers e humanos
Jogam tudo, pensam tudo
Mas no youtube o que há
É likes sobretudo

Jogar vira trabalho
Ganha monetizaçao
Cada jogo, novo tralho
Num mundo de diversão

Uns pedem, outros oferecem
É orgulho reconhecido
Youtubers, todos merecem
Ver o seu gosto mais valido

E porque no youtube há muitos gamers
Eis algo vos dirigido
Curtam jogos, sejam ferozes
Porque muito jogo tem que ser vencido

17 abril 2013

Chamam-lhes deuses

Chamam lhes deuses
Eu chamo herois do século passado
Figuras não existentes
O inamimado

Louvam-nos mas nunca os viram na escola
Sacrificam-se pra morrer mais cedo
Consciencia do degredo
Que na hora certa nao se podem salvar

Seguir um deus é acreditar na morte certa
A consciencia da inexistencia excede o que se quer conhecer
Ao voltar atrás na sapiência
Seguir mortos é enlouquecer

Ninguém diz a verdade que não há
Deus está pro nada deixado esquecido
A prova morta não tem sentido
Se acima dos vivos  apenas a crença há.

A igreja suga pobres, com fama de bieber
O vaticano enche como hollywood
Por mais dinheiro que cá baixo possuam
Abaixo de abaixo é só esqueleto e crude

Acima? Saber que o vento tem ciclos não indica divindades
Mais pra cima, estratosfera
A terra acaba e começam as verdades:
Deus nao existe e a ciência prolifera

A ciência extingue a religião porque a quer conhecer
A religião impõe limites até ao antes de cristo
Mas se a nossa existência é do agora
Pra quê ir buscar verdades onde não existo?